
A nova doutrina militar russa visa responder a novos perigos militares como a luta pelos recursos energéticos e outros com o emprego das Forças Armadas, contra o alargamento da NATO, a difusão de armas de extermínio em massa e o terrorismo internacional, declarou Nikolai Patruchev, secretário do Conselho de Segurança da Rússia.
Numa entrevista hoje publicada no diário Rossiskaia Gazeta, Patruchev revelou o novo documento é constituído por um prefácio, onde são definidos os termos utilizados no documento e três capítulos, sublinhando que se trata de um “documento de carácter defensivo”.
Porém, a nova doutrina militar prevê a possibilidade de emprego, por parte da Rússia, de armas nucleares para responder a uma agressão com o emprego de armas convencionais, bem como para desferir ataques preventivos.
Segundo Patruchev, uma das primeiras tarefas do Estado é “a preparação de Forças Armadas móveis, compactas, equipadas com armamentos modernos e capazes de reagir eficazmente às ameaças”.
O documento dedica particular atenção aos “novos desafios geopolíticos”, entre os quais estão a luta pelos recursos energéticos, pretensões territoriais, alargamento da NATO, difusão de armas de destruição massiva e terrorismo internacional.
Esta doutrina militar é a terceira na história contemporânea da Rússia. A primeira, elaborada em 1993, partia do princípio que “os conflitos militares estão excluídos”. A segunda tinha um “carácter defensivo”.
“Mas a vida não parou. O posterior desenvolvimento da situação no mundo mostrou que os conflitos militares são possíveis, nomeadamente de grandes dimensões”, concluiu Patruchev.
Numa entrevista hoje publicada no diário Rossiskaia Gazeta, Patruchev revelou o novo documento é constituído por um prefácio, onde são definidos os termos utilizados no documento e três capítulos, sublinhando que se trata de um “documento de carácter defensivo”.
Porém, a nova doutrina militar prevê a possibilidade de emprego, por parte da Rússia, de armas nucleares para responder a uma agressão com o emprego de armas convencionais, bem como para desferir ataques preventivos.
Segundo Patruchev, uma das primeiras tarefas do Estado é “a preparação de Forças Armadas móveis, compactas, equipadas com armamentos modernos e capazes de reagir eficazmente às ameaças”.
O documento dedica particular atenção aos “novos desafios geopolíticos”, entre os quais estão a luta pelos recursos energéticos, pretensões territoriais, alargamento da NATO, difusão de armas de destruição massiva e terrorismo internacional.
Esta doutrina militar é a terceira na história contemporânea da Rússia. A primeira, elaborada em 1993, partia do princípio que “os conflitos militares estão excluídos”. A segunda tinha um “carácter defensivo”.
“Mas a vida não parou. O posterior desenvolvimento da situação no mundo mostrou que os conflitos militares são possíveis, nomeadamente de grandes dimensões”, concluiu Patruchev.








